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Analisador de Log auth.log (SSH)

Analisa logs auth.log do SSH: falhas por IP, usuários tentados, logins aceitos, picos de ataque e bloqueios prontos para copiar.

Tudo roda dentro do seu navegador. O log que você cola não é enviado a lugar nenhum — esta página não faz nenhuma requisição de rede para analisar.

Como a contagem é feita

Só entram na conta os eventos de autenticação do sshd: Failed password, Accepted password ou publickey, Invalid user e Connection closed em preauth. Uma linha como "message repeated 4 times: [ Failed password for root ... ]" é expandida em quatro falhas — por isso o total de falhas pode ser maior que o número de linhas coladas.

O carimbo syslog "Jul 25 03:14:15" não traz o ano, então a ordem cronológica usada aqui é a ordem das linhas no arquivo, que é como o syslog grava. Um IP que aparece com falhas e também com login aceito fica destacado: em servidor exposto à internet, esse padrão é a assinatura de uma senha adivinhada depois de uma sessão longa de força bruta.

Quem anda tentando entrar no seu servidor

Um servidor com a porta 22 aberta acumula milhares de tentativas de login por dia, e o auth.log cresce até virar um arquivo grande demais para ler linha a linha. Cole o conteúdo aqui e a página separa o que interessa: quantas falhas houve, de quais endereços vieram, quais nomes de usuário os atacantes chutaram e se alguém chegou a entrar. O texto não sai da aba do navegador.

A contagem trata a linha message repeated 4 times como quatro falhas, e não como uma só. Isso muda bastante o número final, já que um bloco de força bruta com 200 tentativas costuma ocupar meia dúzia de linhas no arquivo. O carimbo de tempo do syslog, no formato Jul 25 03:14:15, não guarda o ano, então a ordem cronológica adotada é a ordem das próprias linhas, que é como o syslog grava.

O sinal que vale procurar não é o volume de falhas, é a coincidência. Um IP que aparece com 400 falhas e, no meio delas, um Accepted password fica destacado em vermelho na tabela: a senha caiu. Bloquear o endereço, nesse caso, resolve pouco. O passo seguinte é trocar a credencial, revisar o authorized_keys da conta e olhar o que foi executado depois daquele horário.

Perguntas frequentes

Preciso ter o fail2ban instalado para usar?
Não. A leitura é feita sobre o texto que você cola, seja o /var/log/auth.log do Debian e Ubuntu, o /var/log/secure do RHEL ou a saída de journalctl -u ssh. O resultado serve justamente para decidir o que colocar no fail2ban ou no firewall depois, com base no que o log mostra.
Por que o total de falhas é maior que o número de linhas?
Porque o syslog condensa repetições. Quando a mesma mensagem se repete, ele grava uma linha do tipo message repeated 12 times em vez de doze linhas iguais, e a análise expande esse número. Sem isso, um ataque persistente pareceria muito menor do que foi de verdade.
Dá para aplicar a lista de bloqueio direto no servidor?
Dá, mas revise antes. Um IP legítimo que errou a senha cinco vezes entra na lista igual a um bot, e bloquear o endereço do escritório pelo iptables costuma custar uma ida presencial ao console. Só entram na lista tokens com forma de endereço IP, então nada do log vira argumento de comando.

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