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🗝️ Segurança

Gerador de Par de Chaves RSA

Gere pares de chaves RSA (pública e privada) de 2048 ou 4096 bits diretamente no navegador. Útil para SSH, JWT, criptografia assimétrica e certificados. Nenhum dado é enviado a servidores.

⚠️ Segurança: Chaves geradas aqui são para desenvolvimento e testes. Para produção, use ferramentas como ssh-keygen ou openssl em ambiente controlado. As chaves nunca saem do seu navegador.

Usos comuns

  • SSH — autenticação em servidores Linux sem senha
  • JWT (RS256/RS512) — assinar e verificar tokens de autenticação
  • TLS/SSL — base para certificados HTTPS
  • PGP/GPG — criptografia de e-mails e arquivos
  • Code signing — assinar pacotes e releases de software

Chaves de teste sem abrir o terminal

Você precisa de um par de chaves RSA para testar assinatura de JWT com RS256, experimentar criptografia assimétrica ou só entender como um PEM é por dentro, e não quer decorar flags do openssl. Escolha 2048 ou 4096 bits, o esquema (assinatura ou criptografia) e clique em gerar: a chave pública sai em SPKI e a privada em PKCS#8, as duas já no formato PEM que bibliotecas de JWT e o próprio openssl aceitam direto.

A geração usa a Web Crypto do navegador com expoente público 65537, o padrão da indústria. A escolha do algoritmo importa porque no Web Crypto a chave nasce amarrada ao uso: PKCS#1 v1.5 e RSA-PSS assinam, RSA-OAEP criptografa. Outro detalhe que confunde muita gente: o cabeçalho 'BEGIN PRIVATE KEY' indica PKCS#8, que não é o mesmo que 'BEGIN RSA PRIVATE KEY' (PKCS#1); biblioteca que espera um formato rejeita o outro, e a conversão se faz com openssl.

Para laboratório, testes de RS256 e estudo de formatos, resolve bem, e as chaves não saem do navegador. Para produção, gere na própria máquina de destino com ssh-keygen ou openssl: chave privada que já apareceu numa aba de navegador não deve proteger nada valioso. Se a ideia é SSH, note que a saída aqui é PEM, não a linha 'ssh-rsa AAAA...' do authorized_keys, então seria preciso converter. A geração de 4096 bits demora alguns segundos e o tempo varia: é a busca por primos aleatórios.

Perguntas frequentes

Posso usar essa chave no meu servidor de produção?
Não é recomendado. A geração acontece toda no navegador e nada é enviado, mas para produção o certo é gerar a chave direto na máquina de destino, com ssh-keygen ou openssl, sem que ela passe por uma página web.
Qual algoritmo escolher: PKCS#1 v1.5, OAEP ou PSS?
Depende do uso: v1.5 é o esquema clássico de assinatura (o RS256 dos JWTs), PSS é a assinatura mais moderna, e OAEP serve para criptografar dados. No Web Crypto essa escolha define o que a chave pode fazer, por isso vem antes de gerar.
2048 ou 4096 bits?
2048 gera rápido e segue aceito para a maioria dos usos atuais. 4096 dá margem de segurança maior ao custo de geração e operações mais lentas. Para testes, 2048 quase sempre basta.

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