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Renda Fixa vs Bolsa (longo prazo)

Compara crescimento de R$ X em renda fixa (taxa constante) e bolsa (volatilidade simulada via desvio padrão). N anos.

Renda fixa vs bolsa: trade-off risco/retorno

No cenário brasileiro de 2026, com Selic a 15%, um CDB a 100% do CDI rende cerca de 12,7% líquidos ao ano após IR. O Ibovespa tem histórico nominal real de 6–8% ao ano, com picos de 15–20% em ciclos de alta — mas com drawdowns possíveis de −30%. Para horizonte abaixo de 3 anos, renda fixa é geralmente preferível (risco de drawdown não recuperado). Acima de 10 anos, a bolsa estatisticamente vence. Regras clássicas de alocação: 60/40 ações/títulos e a regra "100 menos a idade" popularizada por John Bogle (percentual em ações = 100 − idade).

Aplicações

Planejamento de aposentadoria, movimento FIRE (independência financeira), perfil de investidor (suitability ANBIMA) e construção de carteiras em robo-advisors (Magnetis, Warren, Vitreo) e corretoras.

Perguntas frequentes

Renda fixa é sempre mais segura? Menos volátil em termos nominais, sim — mas carrega risco de inflação (retorno real negativo) e, em crédito privado, risco de calote do emissor.

Quanto em bolsa para alguém de 30 anos? A regra de Bogle sugere cerca de 70% em ações; versões modernas elevam para 80–90% dado o aumento da expectativa de vida.

Como rebalancear? Anualmente (ou quando uma classe desviar mais de 5–10 p.p. do alvo), vendendo o que subiu para comprar o que caiu — vende caro e compra barato automaticamente.

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