Dosagem de Coagulante
Calcula o consumo de coagulante de uma estação de tratamento de água, consumo = vazão × dose ÷ 1000, multiplicando a vazão tratada (m³/dia) pela dose de coagulante (mg/L) definida em ensaio de jar test. O resultado, em kg/dia, dimensiona o estoque, a diluição e as bombas dosadoras de produtos como sulfato de alumínio, cloreto férrico ou PAC, garantindo coagulação eficiente das partículas coloidais. Informe a vazão tratada e a dose de coagulante.
Resultado
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Dosagem de coagulante
Na estação de tratamento de água (ETA), a primeira etapa química é a coagulação: adiciona-se um coagulante — sulfato de alumínio, cloreto férrico ou policloreto de alumínio (PAC) — que neutraliza a carga elétrica das partículas coloidais em suspensão, permitindo que se aglomerem em flocos e depois decantem. A dose ideal (em mg/L) é determinada no laboratório pelo ensaio de jar test, simulando a coagulação em béqueres com doses crescentes. Conhecida a dose, o consumo diário sai de consumo = vazão × dose ÷ 1000, que converte a vazão tratada (m³/dia) e a dose (mg/L = g/m³) em kg/dia de produto. Esse número dimensiona o estoque no almoxarifado, a capacidade dos tanques de diluição e a vazão das bombas dosadoras. Dose de menos deixa a água turva (coagulação incompleta); dose de mais desperdiça produto, eleva o custo e pode deixar residual de alumínio ou ferro na água tratada. Por isso a dosagem é constantemente reajustada conforme a turbidez e a cor da água bruta variam. Informe a vazão tratada e a dose de coagulante.
Ferramentas Relacionadas
Demanda de Cloro
Calcula a demanda de cloro de uma água, demanda = dose aplicada − cloro residual, subtraindo o cloro residual medido (mg/L) da dose de cloro aplicada (mg/L). O resultado, em mg/L, representa a quantidade de cloro consumida por matéria orgânica, amônia, ferro, manganês e outros redutores antes que reste cloro livre para desinfecção. Conhecer a demanda é essencial para dosar o cloro corretamente e garantir residual adequado na rede sem desperdício nem subdosagem. Informe a dose aplicada e o cloro residual medido.
Gradiente de Velocidade (Mistura)
Calcula o gradiente de velocidade médio (G) em câmaras de mistura rápida e floculação, G = √(P ÷ (μ × V)), a partir da potência dissipada (W), da viscosidade dinâmica da água (Pa·s) e do volume da câmara (m³). O resultado, em s⁻¹, mede a intensidade de agitação: a mistura rápida exige G alto (700–1000 s⁻¹) para dispersar o coagulante, enquanto a floculação usa G baixo (20–70 s⁻¹) para promover a colisão e crescimento dos flocos sem rompê-los. Informe potência, viscosidade e volume.
Eficiência de Inibidor de Corrosão
Calcula a eficiência de um inibidor de corrosão, η = (TC₀ − TC_inib) ÷ TC₀ × 100%, comparando a taxa de corrosão sem inibidor (TC₀) com a taxa na presença do inibidor (TC_inib). O resultado, em %, mede quanto o inibidor reduziu a velocidade de corrosão — indicador padrão para avaliar e comparar inibidores em ensaios de laboratório (perda de massa, polarização ou impedância). Inibidores eficientes formam filmes protetores na superfície e alcançam eficiências acima de 90%. É amplamente usado em tratamento de água de caldeiras, sistemas de resfriamento e acidificação de poços. Informe as taxas de corrosão sem e com inibidor.
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