Eficiência de Inibidor de Corrosão
Calcula a eficiência de um inibidor de corrosão, η = (TC₀ − TC_inib) ÷ TC₀ × 100%, comparando a taxa de corrosão sem inibidor (TC₀) com a taxa na presença do inibidor (TC_inib). O resultado, em %, mede quanto o inibidor reduziu a velocidade de corrosão — indicador padrão para avaliar e comparar inibidores em ensaios de laboratório (perda de massa, polarização ou impedância). Inibidores eficientes formam filmes protetores na superfície e alcançam eficiências acima de 90%. É amplamente usado em tratamento de água de caldeiras, sistemas de resfriamento e acidificação de poços. Informe as taxas de corrosão sem e com inibidor.
Resultado
—
Eficiência de inibidor de corrosão
Um inibidor de corrosão é uma substância que, adicionada em pequena concentração ao meio, reduz drasticamente a velocidade de corrosão de um metal — geralmente formando um filme protetor adsorvido na superfície que bloqueia as reações anódica, catódica ou ambas. Para avaliar e comparar inibidores, mede-se a eficiência de inibição: η = (TC₀ − TC_inib) ÷ TC₀ × 100%, comparando a taxa de corrosão sem o inibidor (TC₀) com a taxa na presença dele (TC_inib). Uma eficiência de 80% significa que o inibidor cortou a corrosão para um quinto do valor original. As taxas de corrosão usadas no cálculo podem vir de diferentes técnicas — ensaios de perda de massa, medidas de resistência de polarização (LPR) ou espectroscopia de impedância eletroquímica —, e a eficiência costuma ser levantada em função da concentração do inibidor para encontrar a dose ótima (acima dela, mais produto pouco acrescenta). Inibidores de boa performance superam 90–95% de eficiência. Eles são amplamente usados no tratamento de água de caldeiras e torres de resfriamento, em sistemas de petróleo e gás, na acidificação de poços (onde protegem a coluna durante a injeção de ácido) e em decapagem de metais. Informe as taxas de corrosão sem e com inibidor.
Ferramentas Relacionadas
Demanda de Cloro
Calcula a demanda de cloro de uma água, demanda = dose aplicada − cloro residual, subtraindo o cloro residual medido (mg/L) da dose de cloro aplicada (mg/L). O resultado, em mg/L, representa a quantidade de cloro consumida por matéria orgânica, amônia, ferro, manganês e outros redutores antes que reste cloro livre para desinfecção. Conhecer a demanda é essencial para dosar o cloro corretamente e garantir residual adequado na rede sem desperdício nem subdosagem. Informe a dose aplicada e o cloro residual medido.
Tempo de Detenção Hidráulica (TDH)
Calcula o tempo de detenção hidráulica (TDH) de um reator ou tanque, TDH = volume ÷ vazão, dividindo o volume útil (m³) pela vazão afluente (m³/h). O resultado, em horas, representa o tempo médio que o líquido permanece na unidade e é decisivo no projeto de decantadores, reatores anaeróbios, lagoas e tanques de aeração: tempos curtos não permitem que reações ou sedimentação se completem, e tempos longos aumentam custo e área. Informe o volume útil e a vazão de entrada.
Taxa de Corrosão (Perda de Massa)
Calcula a taxa de corrosão pelo método de perda de massa, TC = 87,6 × W ÷ (D × A × t), a partir da massa perdida W (mg), da densidade do material D (g/cm³), da área exposta A (cm²) e do tempo de exposição t (horas). O resultado, em mm/ano, expressa a velocidade média com que o metal é consumido pela corrosão — o parâmetro fundamental para prever a vida útil de estruturas, tubulações e equipamentos e definir a sobreespessura de corrosão no projeto. Taxas abaixo de 0,1 mm/ano costumam ser aceitáveis. Informe a perda de massa, a densidade, a área e o tempo.
Os resultados desta ferramenta têm caráter apenas informativo e educativo e não constituem aconselhamento profissional, financeiro, médico, jurídico, tributário ou contábil. Confirme decisões importantes com um profissional qualificado e fontes oficiais.