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Velocidade do cheetah em km/h

Mostra velocidade media e maxima do cheetah em corrida.

Velocidade do Cheetah (Acinonyx jubatus)

Nenhum animal terrestre corre mais que o cheetah, ou guepardo. Ele alcança picos de 110–120 km/h, mas só em arrancadas de 20–30 segundos, até o superaquecimento forçar a parada. O que mais impressiona é a aceleração: 0–100 km/h em cerca de 3 s, batendo a maioria dos supercarros. Para achar a velocidade média de uma perseguição usa-se v = d / t, com d sendo a distância em metros e t o tempo em segundos, depois multiplicando por 3,6 para chegar a km/h.

O recorde oficial em cativeiro é da Sarah, uma fêmea do Cincinnati Zoo que percorreu 100 m em 5,95 s em 2012, a uma média de cerca de 98 km/h. Cada parte do corpo serve à corrida. A coluna é absurdamente flexível e estica cada passada até 8 m; as garras semi-retráteis cravam no chão feito espinhos de sprint; coração e narinas são alargados; e a cauda longa funciona como contrapeso nas curvas fechadas.

Aplicações

Aparece em pesquisas de biomecânica, aulas de biologia, zoologia comparada, campanhas de conservação e biomimética, em que robôs como o Cheetah do MIT copiam o seu movimento. Na Lista Vermelha da IUCN a espécie aparece como Vulnerável, com apenas ~7.000 indivíduos adultos na natureza, e consta do Apêndice I da CITES, que proíbe o comércio internacional comercial.

Perguntas frequentes

O cheetah consegue manter a velocidade máxima? Não. A arrancada dura 20–30 s; depois a temperatura corporal passa de 40 °C e ele precisa parar. Mais ou menos metade das caçadas termina em captura.

Como compara com um cavalo de corrida? Um puro-sangue inglês chega perto de 70 km/h. O cheetah é cerca de 60% mais rápido, mas não aguenta o esforço por muito mais que meio minuto.

O cheetah é um grande felino? Ele até pertence à família Felidae, porém à subfamília Felinae, e não à Pantherinae. Por isso não ruge e ronrona sem parar, igual aos gatos domésticos.

Ferramentas Relacionadas

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Velocidade de Casco (Hull Speed)

Calcula a velocidade de casco (hull speed) de uma embarcação de deslocamento, V ≈ 2,43·√(LWL), em nós, a partir do comprimento na linha d'água (LWL, em metros). É o limite teórico de velocidade econômica do casco: ao se aproximar dele, o barco fica preso na própria onda de proa e a potência exigida dispara. Por isso veleiros e barcos de deslocamento raramente o ultrapassam. Informe o comprimento na linha d'água.

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Fator de Velocidade (Rolamento)

Calcula o fator de velocidade de um rolamento, A = n·d_m, a partir da rotação n (rpm) e do diâmetro médio do rolamento d_m (mm, = (D + d)/2, a média entre os diâmetros externo e interno). O fator n·d_m (frequentemente expresso em mm·rpm, ou em m/min multiplicando pelo perímetro) é o indicador-chave da SOLICITAÇÃO DE VELOCIDADE de um rolamento, e governa vários limites de aplicação. Ele determina a VELOCIDADE LIMITE de operação: cada rolamento (e cada tipo de lubrificação) tem um valor máximo de n·d_m acima do qual o aquecimento por atrito, a força centrífuga nos corpos rolantes e os efeitos dinâmicos tornam a operação inviável — lubrificação a graxa suporta valores menores, a óleo maiores, e sistemas especiais (jato de óleo, névoa) os mais altos (rolamentos de alta velocidade, como de turbinas e fusos de máquinas-ferramenta, atingem n·d_m de milhões). O fator de velocidade também influencia a escolha do tipo de rolamento (esferas suportam mais velocidade que rolos), do lubrificante e da folga interna (rolamentos rápidos podem precisar de folga maior para acomodar a dilatação térmica). Comparar o n·d_m da aplicação com o limite do rolamento é uma verificação essencial em máquinas rotativas de média e alta velocidade. Informe a rotação e o diâmetro médio.

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Tensão Centrífuga da Correia

Calcula a tensão centrífuga em uma correia, T_c = m·v², a partir da massa por unidade de comprimento m (kg/m) e da velocidade da correia v (m/s). Quando a correia contorna uma polia em alta velocidade, sua própria massa, ao fazer a curva, gera uma força CENTRÍFUGA que tende a 'jogar' a correia para fora, AFASTANDO-a da polia. Isso cria uma tração adicional ao longo de toda a correia (a tensão centrífuga), que é a mesma em todos os pontos e não contribui para transmitir potência — ela só 'rouba' parte da capacidade de aperto da correia contra a polia. A tensão centrífuga cresce com o QUADRADO da velocidade, por isso é desprezível em baixas velocidades mas se torna importante em correias rápidas. O efeito é prejudicial: ao afastar a correia da polia, a tensão centrífuga REDUZ a força normal de contato e, portanto, o atrito disponível para transmitir potência — existe uma velocidade ÓTIMA acima da qual aumentar a velocidade reduz a potência transmissível (a correia começa a 'flutuar'). Por isso a velocidade das correias tem um limite prático (tipicamente 25-30 m/s para correias em V convencionais, mais para correias especiais). A tensão centrífuga deve ser somada às trações para obter as trações totais nos lados tenso e frouxo. Informe a massa por unidade de comprimento e a velocidade.

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