Areia e cimento por m3 de massa
Calcule a quantidade de cimento e areia para a massa de assentamento ou reboco a partir do volume e do traço. Compre o material na medida certa para a obra.
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Cálculo de areia e cimento para argamassa
Os traços de argamassa se escrevem como cimento:areia em volume. O 1:3 é rico e vai em reboco e emboço. Já o 1:4 é o que se usa normalmente no assentamento de tijolos e blocos. Para enchimentos sem função estrutural, parta para os mais pobres, 1:5 ou 1:6. Como base de cálculo, um saco de cimento de 50 kg com 150 kg de areia e cerca de 22 L de água rende perto de 120 L de massa fresca no traço 1:3. Use areia média lavada no reboco e areia grossa no assentamento. Um exemplo: rebocar 30 m² a 2 cm de espessura pede 0,6 m³ de massa, ou seja, uns 5 sacos de cimento e 0,75 m³ de areia no 1:3.
Aplicações e normas
Pedreiros, empreiteiros e autoconstrutores recorrem a isso para estimar material de reboco, chapisco, assentamento e contrapisos. A norma brasileira NBR 13281 classifica as argamassas de alvenaria e revestimento por resistência, retenção de água e densidade. Respeitar a classe (M5, M10, M15, M20) é o que garante que a massa combine com a aplicação.
Perguntas frequentes
Por que 1 saco + 3 de areia não dá 4 de volume? A areia cai nos vazios entre os grãos de cimento, então o volume misturado fica menor que a soma, na faixa de 60-70% dela.
Posso adicionar cal? Sim. O 1:1:6 (cimento:cal:areia) resulta num reboco mais trabalhável e menos quebradiço, e por isso aparece bastante em restauro de obras antigas.
Por quanto tempo posso usar a massa? Conte com até 2,5 horas depois de misturar. Passado isso a pega já começou, e jogar água de volta só enfraquece a massa.
Ferramentas Relacionadas
Calculadora de Cimento e Areia
Calcule sacos de cimento, areia e brita para concreto, contrapiso e argamassa por traço (1:3, 1:4, 1:6, etc.). Tudo no navegador.
Velocidade de Puxamento da Extrusão
Calcula a velocidade de puxamento (haul-off) de um extrudado pela conservação de massa, v = Q ÷ A, a partir da vazão volumétrica da extrusora Q (m³/s) e da área da seção transversal do produto final A (m²). Após a matriz, o extrudado é tracionado por um sistema de puxamento (esteiras, roletes, bobinadeira) a uma velocidade que precisa estar SINCRONIZADA com a vazão da extrusora: pela conservação de massa, em regime permanente, o volume que sai da extrusora por segundo deve igualar o volume que o puxamento remove por segundo (área do produto vezes a velocidade da linha). Se o puxamento for rápido demais para a vazão, o produto afina abaixo da medida ou rompe; se for lento, acumula material e deforma. Essa velocidade define a PRODUTIVIDADE da linha (metros de produto por minuto) e, junto com o inchamento da matriz e a razão de estiramento, determina as dimensões finais. Controlar a sincronia entre extrusão e puxamento — muitas vezes com sensores de dimensão e malha fechada — é essencial para a uniformidade dimensional de tubos, perfis, fios e chapas. Este cálculo dá a velocidade de linha teórica a partir da vazão e da seção desejada. Informe a vazão e a área da seção do produto.
Atrito Lateral Unitário (Método Beta)
Calcula o atrito lateral unitário de uma estaca em solo granular pelo método beta, f_s = β·σ'_v, a partir do coeficiente β (adimensional) e da tensão vertical efetiva σ'_v no ponto considerado (kPa). O método β (ou método das tensões efetivas) é a forma moderna e racional de estimar o atrito lateral de estacas em SOLOS GRANULARES (areias) e em argilas em termos de tensão efetiva. Ele parte do princípio de que o atrito na lateral da estaca é como o atrito em qualquer interface: a tensão de atrito é a tensão NORMAL à superfície (a tensão horizontal do solo, K_s·σ'_v) vezes a tangente do ângulo de atrito da interface (tan δ). Agrupando esses dois fatores em um único coeficiente β = K_s·tan δ, o atrito unitário fica simplesmente β·σ'_v. O coeficiente β tipicamente varia de 0,2 a 0,5 para areias (e mais para estacas cravadas, que aumentam K_s ao deslocar o solo). A grande vantagem do método β é usar a tensão EFETIVA (que cresce com a profundidade), capturando o fato de que o atrito aumenta com a profundidade — embora haja um limite (a 'profundidade crítica', acima da qual o atrito para de crescer, um fenômeno ainda debatido). Integrando f_s·perímetro ao longo do comprimento dá a resistência lateral total. Informe o coeficiente beta e a tensão vertical efetiva.
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