Erro de Linearidade
Calcula o erro de linearidade (não-linearidade) de um instrumento, EL = (desvio máximo/span)·100%, o maior afastamento da curva real em relação à reta ideal, expresso em porcentagem do span. Mede o quanto a resposta do instrumento se desvia de uma linha reta — quanto menor, mais 'linear' e previsível a leitura. É um dos componentes da exatidão especificada. Informe o desvio máximo e o span do instrumento.
Resultado
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Erro de linearidade
Idealmente, a saída de um instrumento cresce em linha reta com a entrada: dobrar a temperatura dobra o sinal. Na prática, a curva real serpenteia em torno dessa reta ideal. O erro de linearidade (não-linearidade) captura o pior caso: EL = (desvio máximo/span)·100%, o maior afastamento entre a curva real e a reta, em % do span. Quanto menor, mais previsível e fácil de calibrar é o instrumento — basta ajustar zero e span, sem tabelas de correção. A linearidade é um dos componentes que, somados à histerese e à repetibilidade, compõem a exatidão total especificada na folha de dados. Informe o desvio máximo e o span.
Ferramentas Relacionadas
Exatidão em % do Fundo de Escala
Converte uma especificação de exatidão dada em porcentagem do fundo de escala (% FS) no erro absoluto em unidades de engenharia, Erro = (exatidão% · span)/100. Como o erro %FS é constante em toda a faixa, ele representa um erro relativo maior nas leituras baixas — por isso é importante traduzi-lo para unidades reais. Informe a exatidão em porcentagem e o span do instrumento.
Histerese de Instrumento
Calcula a histerese de um instrumento, H = (diferença máxima entre subida e descida/span)·100%, a maior diferença entre as leituras obtidas para o mesmo valor de entrada quando ele é alcançado de forma crescente e depois decrescente. Revela 'memória' ou folga mecânica no sensor: idealmente zero, mas presente em molas, engrenagens e materiais magnéticos. Expressa em % do span. Informe a diferença de histerese e o span.
Teste de Tendência de Mann-Kendall
Calcula o teste de Mann-Kendall, usado para detectar tendência monotônica (de alta ou de baixa) numa série temporal sem assumir que os dados são normais ou que a tendência é linear. Ele soma os sinais de todas as comparações par a par entre os valores: se a série tende a subir ao longo do tempo, predominam os sinais positivos. É muito usado em hidrologia, climatologia e meio ambiente para avaliar tendências em séries longas. A estatística S vira um z pela aproximação normal, com correção de empates. Informe a série em ordem cronológica.
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