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Calculadoras

Capacitores em paralelo (Cp)

Cp = C1 + C2.

Cp (F)

Capacitores em paralelo: capacitância soma

Ligue capacitores em paralelo e a capacitância total é simplesmente a soma: Ctotal = C₁ + C₂ + ... + Cn. Cada capacitor enxerga a mesma tensão, ou seja, a menor tensão nominal limita todo o banco. A energia armazenada também se acumula, com E = ½·C·V² aplicada ao C total. Vale lembrar que os resistores fazem o oposto: em paralelo, o total cai. Exemplo: 1 µF + 4,7 µF em paralelo = 5,7 µF; sob 25 V, energia = ½·5,7 µF·25² ≈ 1,78 mJ.

Aplicações

Filtros em fontes lineares dependem disso. Paralelar um eletrolítico com um cerâmico dá desacoplamento de banda larga, já que o eletrolítico trata as baixas frequências e o cerâmico mata os picos de alta. Bancos de supercapacitores ligados em paralelo aumentam a capacidade total para armazenamento de energia. E a correção de fator de potência industrial usa bancos de capacitores em paralelo para compensar cargas indutivas.

Perguntas frequentes

Por que em paralelo capacitores somam e resistores reduzem? Colocar capacitores lado a lado é, na prática, aumentar a área das placas, e a capacitância acompanha essa área.

Posso misturar tensões nominais diferentes? Pode, mas lembre que a menor tensão nominal define o limite seguro de todo o banco.

Posso misturar eletrolítico e cerâmico? Sim, e é prática comum em desacoplamento. Um entrega a capacidade bruta e o outro garante baixa ESR em altas frequências.

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